Transporte sustentável: desafio de todos

O trânsito e o transporte não são mais apenas problemas das capitais e grandes cidades. O crescimento vertiginoso da frota de veículos se alastrou também para as cidades de médio porte, como Pelotas, onde os cidadãos também já sentem o efeito da perda de tempo e vivências familiares durante os deslocamentos, provocando estresse e ansiedade.

Classificada como a terceira cidade do Estado em número total de carros e motocicletas, a cidade assumiu, no ano passado, a liderança do ranking gaúcho na avaliação do aumento proporcional da frota em circulação. De acordo com dados divulgados pelo Detran, Pelotas superou Porto Alegre e Caxias de Sul, chegando a 35,5%, o que representa um acréscimo de mais de 36 mil veículos, totalizando quase 140 mil automóveis e motocicletas rodando pelas ruas em cinco anos. No mesmo período, a aumento da capital ficou em 22,8% e de Caxias em 34,7%.

Se por um lado, nos últimos anos, as políticas do governo Lula facilitaram a compra de veículos devido ao aumento da renda da população brasileira; de outro, é preciso buscar urgentemente soluções criativas para o problema da mobilidade urbana. E não somente nas metrópoles, mas também em Pelotas, que há mais de 50 anos não realiza nenhum estudo ou modificação que acompanhasse o aumento progressivo do número de automóveis.

Atualmente, a cada 10 veículos que circulam pelas ruas, em pelo menos oito deles trafega apenas o motorista. Mas então o que é necessário para as pessoas deixarem seus carros em casa? Com certeza um transporte coletivo que ofereça rapidez e conforto para garantir a retirada de, pelo menos, metade dos veículos em circulação. E que também seja sem fila de espera. Já uma solução microrregional é a implantação do trem de passageiros.

Preocupados com o esgotamento do modelo atual, desde o anúncio feito pelo Detran há um ano, eu e o empresário do setor, Sérgio Medina, articulamos a realização do 1º Seminário de Mobilidade Urbana de Pelotas, com o objetivo de envolver toda a sociedade nesse debate. E, desde fevereiro, começamos as tratativas com o professor PhD em Transportes e presidente do Centro de Transporte Sustentável (CTS Brasil), Luis Antônio Lindau, para apresentar, no evento desta sexta-feira (8), alternativas que deram resultados e solucionaram o problema da Cidade do México, por exemplo.

O CTS Brasil - www.ctsbrasil.org - foi criado em 2005 pela rede global Embarq, que atua em parceria com governos e empresas no desenvolvimento e implementação de soluções técnica, econômica, social, política e ambientalmente sustentáveis para os problemas de transporte e mobilidade.

 

 

Publicado em 08/07/2011 às 13:54

Miriam Marroni

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